Curtas do diretor Cavi Borges são destaque na Faixa de Cinema

A Faixa de Cinema, desta sexta, 23/10, às 23h30, exibe curtas de ficção produzidos pelo diretor Cavi Borges: “A Nova a Fiar”; “Depois da Chuva”; “Cinema é Cachoeira”; “Em Trânsito” e “Engano”.

Duas das obras, “A Nova a Fiar” e “Cinema é Cachoeira”, são homenagens ao mineiro Humberto Mauro, pioneiro do cinema brasileiro. O primeiro é uma releitura atualizada de “A Velha a Fiar”, no qual é mostrado o cenário de produção da fábrica de tecelagem de Cataguases, cidade onde Humberto Mauro iniciou a sua carreira. O segundo revela a sintonia da dança com as águas da cachoeira, em uma referência à frase do diretor mineiro: “cinema é cachoeira”.

As duas obras, assim como “Depois da Chuva“, foram produzidas durante a participação de Cavi Borges no edital Usina Criativa de Cinema, do Polo Audiovisual da Zona da Mata, em 2017. O edital integra o Festival Ver e Fazer Filmes, uma realização do Instituto Cidade Cataguases, em parceria com Agência de Desenvolvimento do Polo Audiovisual. A ficção “Depois da Chuva” traz a história de uma jovem lésbica que leva uma vida de solidão e, ao contar a sua escolha sexual para os pais, é expulsa de casa.

A Faixa de Cinema vai exibir também outras duas obras de Borges. “Em Trânsito” conta a história de um casal negro que vivia no interior do Brasil, onde se separam para buscar a realização de seus sonhos e, anos depois, se reencontram. Por fim, o curta “Engano” mostra o encontro dos gaúchos Mila e Rodrigo que se conheceram através de uma chamada de telefone por engano.

Cavi Borges, logo após encerrar sua carreira de atleta profissional de judô, decidiu abrir uma locadora de vídeos, na intenção de alugar filmes sobre artes marciais. O negócio se diversificou e se tornou referência no Rio de Janeiro. Além da locação, a Cavideo passou a organizar eventos, e se tornou uma produtora de filmes.

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